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A MORTE DE VIRGILIO

HERMANN BROCH, Herbert Caro No ano de 1938, Hermann Broch foi preso pela Gestapo e, durante as cinco semanas de cárcere, o escritor – judeu e austríaco – começou a conceber A morte de Virgílio, sua obra-prima, um marco na literatura do século XX. Nesta monumental empreitada literária, Broch recria as dramáticas últimas dezoito horas de Virgílio, um dos maiores poetas da literatura clássica latina, nas quais ele cogita destruir a Eneida, obra de sua vida. O romance é construído por sonhos, pensamentos e falas do próprio poeta, como um complexo fluxo de consciência, que delineia, num mosaico narrativo, os dramas existenciais e estéticos do artista diante da morte. No império romano aos tempos de Augusto, Broch faz um paralelo com o iminente nacional-socialismo de Hitler de sua época, uma preocupação encontrada em outras de suas obras consideradas clássicas, como a trilogia Os Sonâmbulos. Dá sua contribuição histórica à renovação formal do romance e nos leva a refletir sobre a condição humana, a criação artística e a validade dos conceitos morais. ... + mais
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LIVRO IMPRESSO
512 páginas
ISBN: 9788564065154 R$49,90
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HERMANN BROCH

Hermann Broch nasceu em Viena em 1886 e morreu em New Haven, Connecticut, EUA, em 1951. O dilema dos personagens de Broch atribuiria a suas obras um cunho profético com o avanço do nazi-fascismo, que levaria à Segunda Guerra Mundial, e ainda hoje elas preservam esse caráter de forma atemporal.
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Sinopse

No ano de 1938, Hermann Broch foi preso pela Gestapo e, durante as cinco semanas de cárcere, o escritor – judeu e austríaco – começou a conceber A morte de Virgílio, sua obra-prima, um marco na literatura do século XX. Nesta monumental empreitada literária, Broch recria as dramáticas últimas dezoito horas de Virgílio, um dos maiores poetas da literatura clássica latina, nas quais ele cogita destruir a Eneida, obra de sua vida. O romance é construído por sonhos, pensamentos e falas do próprio poeta, como um complexo fluxo de consciência, que delineia, num mosaico narrativo, os dramas existenciais e estéticos do artista diante da morte. No império romano aos tempos de Augusto, Broch faz um paralelo com o iminente nacional-socialismo de Hitler de sua época, uma preocupação encontrada em outras de suas obras consideradas clássicas, como a trilogia Os Sonâmbulos. Dá sua contribuição histórica à renovação formal do romance e nos leva a refletir sobre a condição humana, a criação artística e a validade dos conceitos morais.

Informações

Impresso

ISBN: 9788564065154
Páginas: 512
Ano: 2013

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